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segunda-feira, 2 de maio de 2016

Cerclagem o repouso obrigatório na gravidez!

Oi pessoal, tudo bem?
No post de hoje teremos o relato da mamãe Jéssica onde ela compartilhará conosco sua experiência com a cerclagem (A cerclagem é o tratamento para a insuficiência istmo cervical. A cirurgia é feita através da vagina e tem a função de suturar o colo do útero para que ele segure o feto até que esteja pronto para nascer. “A cirurgia geralmente é eletiva e feita com anestesia raquidiana), para entender melhor, continue lendo! 

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Oi,meu nome é Jéssica,sou casada a 1 ano e  tenho uma filha de três meses. Vou compartilhar com vocês a minha historia de como eu descobri que tinha que fazer a cerclagem, como é o procedimento e como tudo aconteceu.
Bom, desde o começo da minha gravidez pode-se dizer que foi um milagre de Deus , pois eu tinha ovário policístico e em minhas consultas ginecológicas minha médica sempre me orientava a começar fazer um tratamento pra que se um dia eu quisesse engravidar; mais eu sempre deixava de lado , até que um dia eu estava sentindo muita cólica então, fiz dois testes de gravidez e ai para minha surpresa eu estava gravida, isso mesmo, GRAVIDA! Foi um susto, por causa da minha situação, mas ficamos muito felizes e ai que começou tudo... 
Antes da gravidez eu tinha pressão alta, e os médicos acharam melhor me encaminhar para a UNICAMP , pois corria o risco de ter pré- eclampsia (ENTENDA) Mas dou graças a Deus de ter feito meu pré natal lá,pois foi aonde descobriram tudo. Com três meses minha pressão abaixou e assim ficou até depois do meu parto, Deus cuidou de cada detalhe. 
Entre uma consulta outra nesse ciclo sem fim, a médica marcou o ultrassom morfológico com 19 semanas. Então, eu e meu marido fomos juntos para a realização do exame, estava marcado para as 15:30 da tarde e  ficamos esperando até as 18:30 da noite e nada de me atenderem, e o nervosismo só aumentava foi então que me chamaram e disseram que queriam conversar comigo antes do exame; fiquei em pânico, mas fui... me perguntaram seu eu não gostaria de participar de uma pesquisa pra saber se o bebê poderia nascer prematuro. Conversei com meu marido para saber a opinião dele e decidimos fazer. 
Esse exame é um ultrassom transvaginal, que mede o colo do útero (eles só fazem esse exame quando a mulher perde o bebê duas ou três vezes, sim, coisa de Deus MESMO) então fui fazer o exame, o colo do útero de uma mulher gravida mede de até uns 8 meses tem que estar medindo mais de 30 cm e o meu estava com 22 cm. 

Voltei no outro dia para passar com um médico especializado, Ele me receitou um remédio para ser aplicado via vaginal esse medicamento seguraria o bebê e também pediu pra eu voltar com 22 semanas. 
Quando completei 22 semanas voltei novamente e repeti o exame pra ver como estava meu colo do útero, e o susto  foi bem grande, o colo do útero de 22 cm tinha caído para 14 cm, passei pelo G.O e já estava com um dedo de dilatação. Foi ai que começou tudo, em uma quarta-feira internei para fazer a cerclagem na quinta descobriram que estava com uma infecção no colo do útero e que eu teria que tratar a infecção pra depois fazer a cerclagem. Entramos com o antibiótico e na segunda feira não tinha mais nenhuma infecção.

Na terça feira repetiram o exame para ver se o colo do útero continuava com 14 cm, mesmo internada em repouso absoluto sem levantar da cama meu colo do útero caiu para 9 cm e minha bolsa poderia estourar a qualquer momento foi então que a médica e me deu três opções , Não fazer a cerclagem e estourar a minha bolsa e então abortar o bebê,  fazer a cerclagem e correr o risco de estourar a bolsa ou eu faria e dava certo mas as chances eram de 2 %  pois  eles tinham 2 milímetros, o que fazer? bom, optei em fazer o procedimento que salvaria minha filha então eu fiz e deu tudo certo!

A cerclagem nada mais é que suturar o colo do útero, esse procedimento é feito entre 8 a 14 semanas através da vagina e então os pontos são retirados quando se está na 36ª semana de gestação. A mulher que realiza esse procedimento em sua gestação nas próximas terá que realizar novamente, pois o útero delas não suporta o peso do bebê tendendo assim a abaixar, por isso muitas mulheres que tem o aborto espontâneo só descobrem que tem que fazer a cerclagem depois de investigar e então descobrir o porque.


A recuperação  foi boa, mais tive que ficar de repouso até o final da gravidez, só podia sentar, mais não muito tempo a maior parte do dia eu tinha que ficar deitada em repouso absoluto.Então com 36 semanas tiraram meus pontos e meu colo do útero dilatou 5 cm, pensamos que ela nasceria nesse dia mas fiquei internada de sexta-feira até segunda-feira e ela não nasceu, quando foi na quarta-feira voltei ao hospital com dores e internei novamente as 15:30, e as 3:24 da quinta-feira nasceu nosso milagre Fernanda Vitória pesando 3.250kg, nossa maior felicidade, nosso bem maior.

Meu concelho para as mamães que estão passando por isso, não fiquem encanada com o que se fala na internet sobre a cerclagem, o procedimento é cansativo mas também é tranquilo se fizer o repouso correto, certamente você levará sua gestação até o final!

Espero ter ajudado, um beijo a todos !
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sexta-feira, 29 de abril de 2016

Mãe aos 18 e novamente aos 38!

Oi pessoal, tudo bem?
Hoje o post é com uma mamãe muito querida, a Karla. Convivi um pouco com esse mãe guerreira e hoje ela vai contar pra vocês a experiência que ela teve em ser mãe aos 18 e depois mãe aos 38!

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Olá, tudo bem? Meu nome é Karla e vou compartilhar com vocês minha experiência de mãe;
Mãe aos 18 e mãe novamente aos 38 anos!

Fui mãe pela primeira vez com 18 anos da minha filha Gabriela, mãe ''solteira''!
Inexperiente, nova saindo de um relacionamento que não deu certo mas que me rendeu esse fruto maravilhoso que foi Gabi ♥.
Gabi nasceu em Julho/95 completei 19 anos em outubro do mesmo ano, tive a sorte de ter meus pais do meu lado, que me ajudaram demais, mas confesso que não foi nada fácil passar por tudo isso sozinha, mas tinha que ser forte, amadurecer e deixar fluir meu extinto materno, pois tinha um bebê que iria depender de todo meu amor e cuidado.
E assim foi... Gabi nasceu! Saudável e linda! Com a ajuda da minha mãe fui cuidando dela, era tudo novo, passamos por cólicas, noites sem dormir... ''Eu e Ela'' mas valeu a pena cada minuto, cada segundo!. Hoje ela está com 20 anos, está na faculdade, trabalha e vai fazer sua primeira viagem internacional , eu olho para ela e penso que consegui educa-la, ser um bom exemplo e consegui ama-la.


















Passaram-se alguns anos e me casei no ano de 2003 com Gustavo, meu marido. Ele não tinha filhos e por 10 anos tentamos engravidar e até que enfim depois de todos esses anos vem a grande noticia... estamos GRAVIDOS! Meu Deus, estamos gravidos... passou tanta coisa na minha cabeça, vou ter um companheiro para estar do meu lado, pra dividir comigo todas as sensações, enjoos, desejos, ansiedade, medo, TUDO!!.

Tive uma gravidez super tranquila, os exames todos normais tanto os meus como do bebê, não tive se quer uma complicação; lógico que inchei, enjoei, passei um mega calor, comi muito, dormi bastante... mas aproveitei cada minuto da minha gestação.

Gabi participou de tudo, da escolha do enxoval, do quarto... inclusive se fosse menina ela já tinha até escolhido o nome. Mas chegou o grande dia, dia de saber o sexo do bebê e para nossa alegria era um MENINO!!... nossa fi quei mais feliz ainda porque eu queria muito um menino, eu e Gabi achamos justo colocar o nome dele de Gustavo.
Gustavinho nasceu de 38 semanas de parto cesariana, mas logo que ele nasceu já percebi que havia algo errado acontecendo, pois ele nasceu roxo e não chorou, foi quando o médico que fez o meu parto falou que meu útero estava rompendo, enntão fui para a sala de recuperação e o Gustavo estava acompanhando o Gustavinho, como todo pai hoje em dia pode acompanhar . Quando volto para o quarto uma médica entra e me da a noticia que meu filho estava com um desconforto para respirar e estava sendo levado para UTI, sim, ela simplesmente me falou isso, eu desmaiei na hora, claro! Ali começava um aluta para salvar meu filho, Gustavinho pegou uma infecção minha pelo fato do meu útero estar rompendo passamos 14 dias na UTI com meu filho,orando a Deus pela sua vida, pois o estado dele era grave.
Dia a dia Gustavinho foi vencendo, foram os piores 14 dias da minha vida. enfim, meu filho saiu da UTI, sem nenhuma sequela, graças a Deus.
Voltamos para casa e parecia que era minha primeira gestação, não lembrava de muita coisa, mas Gustavinho teve praticamente 3 meses de cólica, acordava de 3/3 horas para mamar, a diferença era que eu tinha uma pessoa do meu lado, Gustavo me ajudou em tudo, acordavamos juntos na hora da amamentação, sofríamos juntos com as crises de cólicas, foi tudo muito bom, aproveitamos cada momento. Diferente da gabi que eu tive que voltar a trabalhar, ele eu pude cuidar e participar ainda mais de tudo, o tempo foi passando as cólicas graças a deus passou também, saiu seu dentinho com 5 meses (até acho que foi adiantado), com 10 meses já andava... com 1 ano e 8 meses saiu das fraldas.
Hoje ele está com 2 anos e 3 meses, já fala de tudo, sabe as cores, sabe contar de 1 a 20, super esperto rs; a diferença é que hoje estou bem mais madura e quando tive a Gabi fui obrigada a amadurecer, lógico que não tenho o mesmo folego de quando tinha 18 anos, mas eu aproveito cada segundo com ele e todo dia é uma descoberta;
Espero que vocês tenham gostado da minha experiência!

Beijos, Karla Ramos.











quinta-feira, 28 de abril de 2016

Relato do parto da Luiza!



Oi pessoal tudo bem?
A pedido de uma leitora (Bianca Zamana), trago hoje pra vocês o relato meu parto!

Quando fiquei grávida eu já sabia que tipo de parto eu queria, (NÃO SOU CONTRA NENHUM TIPO DE PARTO) mas, acredito que o normal é a melhor maneira de dar a luz e por isso gostaria que esse fosse o meu! Mas nem tudo é como a gente planeja...

Minha gravidez foi 100%, tirando minha dor na lombar, e que DOR! o resto foi bem tranquilo.
A Luiza estava prevista pra nascer no dia 12 de Novembro (Aniversário do Henrique, meu marido) mas quando foi no dia 08 de Novembro eu comecei a sentir umas dores muito fortes como se ela estivesse empurrando pra baixo (era bem forte, mesmo!) então fui até a maternidade de Campinas, onde fui MUITO MAU ATENDIDA! quando cheguei lá o Dr. (Não lembro o nome) me atendeu da pior maneira possível enfim, me examinou e disse que era pra eu ficar tranquila que a Luiza só nasceria no final do mês, eu não entendi nada primeiro porque ela estava prevista pra aquela semana e segundo... quer dizer que vou ficar com essas dores até o fim do mês? Bom, fui pra casa e na madrugada eu ainda sentia muita dor, ainda mais do que estava por causa do exame, foi então que comecei a passar super mau até que vomitei. e depois de longas horas eu consegui dormir, na manhã do dia 09 eu ainda estava com dor então retornei a maternidade na esperança de que o plantonista fosse outro médico, e para o meu azar era o MESMO! Ele me examinou novamente e me encaminhou para fazer uma Cardiotocografia (Entenda), eu estava tendo contrações irregulares, ele disse que talvez ela chegaria naquela semana (ou seja, que médico é esse?)


Grávida faz cardiotocografia


Então o dia 09 passou, eu ainda com dor até que junto a minha mãe decidi não realizar o parto da Luiza na maternidade de Campinas. Quando foi dia 10 fui a minha consulta de Pré Natal conversei com a minha obstetra e ela me encaminhou para o Hospital Samaritano (Onde minha avó trabalha a 20 anos), saindo da consulta fui até o hospital passar pelo GO foi quando um médico super atencioso disse que meu parto não seria nada fácil, pois eu tinha muita dor de contração e não estava tendo dilatação... enfim, daria pra eu esperar e ter um parto normal? DARIA, mas meu psicológico estava totalmente abalado uma mistura de ansiedade com cansaço e muita impaciência. 


Foi então que o Doutor me orientou em fazer uma cesariana, GENTE, não me julguem... mas eu já estava exausta !!! vomitei os 9 meses da minha gestação, minha lombar já estava totalmente destruída era muito estresse então, eu aceitei. Quando foi 14:00 ele me internou e quando foi 16:30 a Luiza já tinha vindo ao mundo com 3.245Kg e 49 cm, pele rosada e boquinha vermelha, linda de viver! ♥

Eu não posso reclamar de NADA! Meu parto mesmo sendo cesária foi muito especial, o médico e sua equipe foram nota MIL, super atencioso, conversava comigo, não me deixava nervosa e nem preocupada. 




Meu Pós parto também foi perfeito, eu nunca havia feito nenhum procedimento cirúrgico e achei bem Ok minha recuperação! 


Deixo a vocês minha opinião, parto cesária, parto normal, parto humanizado, escolha o parto que te traga felicidade e é claro, segurança para a mamãe e para o bebê ♥
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Nessa foto estávamos indo pra casa e sim, a Luiza saiu da maternidade de azul ♥, porque não? rs.

É isso pessoal, um beijo e até a próxima :D ♥

segunda-feira, 21 de março de 2016

Relato de um parto domiciliar ♡

Oi pessoal, tudo bem?
O Post de hoje é um relado de parto domiciliar feito por uma amiga querida, que me ajudou com muitas dicas na minha gestação e até hoje, quando tenho duvidas é a ela que eu recorro rs. Espero que gostem.
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Pâmela: Olá pessoal, agradeço de coração a Tainá pela oportunidade de falar um pouco com vocês, quando ela me trouxe o convite fiquei me perguntando como faria para falar sobre esse universo que é o parto domiciliar e decidi contar minha experiência, ou pelo menos parte dela.
Escolhi o parto domiciliar não porque está na moda, porque eram bonitos os vídeos (sim eu acho lindo), escolhi o parto domiciliar porque sabia que meu corpo havia sido feito pra isso, dentro dos hospitais eu não teria a liberdade que tive dentro da minha casa (vocês sabiam que dentro do hospital não podemos escolher a posição pra parir e muito menos nos alimentar?? Imagina lá, você sentindo dor e o médico falando, ah na hora de fazer não sentiu dor né?), pois é, no meu cantinho tive liberdade de andar, sentar, chorar, rir, cantar, gritar, comer e ser tratada com todo o respeito que esse momento merece, durante todo o tempo tinha uma equipe me monitorando e monitorando meu bebê e toda a evolução do trabalho de parto, esse mesmo respeito meu filho vai ser tratado quando nascesse. Nada de procedimentos desnecessários, é nascer e vir direto para meu colo, para meu cheiro e assim amamentá-lo em sua primeira hora de vida.
Essa mesma equipe tem capacidade para realizar procedimentos que possam ser necessários em caso de emergência médica. Na minha casa não é possível que seja utilizada a anestesia, todas as formas de alívio da dor são não farmacológicas (nada de remédio) daí vem a idéia de nascer na banheira, é muito bom entrar naquela água quentinha durante as contrações, assim como as massagens que são feitas, apoio do marido e carinho, palavras de apoio, olhar de cumplicidade. Não imaginam como o carinho dessas mulheres trazem força para nós e o quanto reduzem as taxas de cesarianas e anestesias todo esse fortalecimento emocional que encontramos nessas pessoas.
Entrei de cabeça na humanização do parto, em março de 2012, ao assistir um vídeo de parto domiciliar em Campinas acendeu em mim uma grande vontade de conhecer esse mundo, conversar mais sobre isso entender o que pensam essas mulheres e porque fizeram essa escolha. Encontrei na figura da Adele doula (http://adeledoula.blogspot.com.br/) alguém que falava a minha língua, pois também estava iniciando no mundo da humanização e devorava todos os artigos que ela postava no blog dela. Em outubro de 2013 assisti ao filme “O Renascimento do parto” e me vi apaixonada por aquele mundo e feliz em saber que com a escolha do parto domiciliar, teria meus direitos respeitados.
Toda essa minha pesquisa, estudo, foi feita por simples paixão, eu ainda não pensava em engravidar, estávamos planejando ainda.
Em junho de 2014 após fazer exames e verificar que estava tudo ok comigo, decidimos parar de tomar o anticoncepcional, em julho, nosso Davi já era anunciado. Inicialmente e pela pressa e saber se estava tudo bem, se a gravidez iria seguir seu trajeto normal, fui a uma consulta com o primeiro médico que encontrei, um médico que a família do meu marido freqüenta e definitivamente não era o médico que assistiria meu parto, eu já o conhecia e sabia que não era o que planejava, ele jamais assistiria meu parto domiciliar.
Participei de grupos na cidade de Campinas, que me trouxeram muitas informações e diante dessas informações, optei pela médica que seria backup do meu parto, pois em casa os partos são feitos em sua maioria por parteiras (enfermeira obstetra) e nesses grupos também descobri a equipe que assistiria meu parto, seriam as parteiras Aurora, com as queridas Olívia e Alana. Participo também do grupo Parto Humanizado Campinas e Região e conheci minha doula querida e super ativa Gisele Leal.
Minha gravidez foi muito tranqüila, tive um pequeno sangramento no começo, e também uma infecção urinária, medicada, segui o curso normal, leve e saltitante no pique total, pois estava muito bem, muito disposta, parto domiciliar somente pode ser feito por quem tem uma gravidez 100%, sem nenhuma ocorrência, do tipo pressão alta, alterações em plaquetas.
Davi nasceu e veio direto para meu colo, pro calor do meu corpo e no meu colo foi examinado. Quem deu seu primeiro banho foi eu em seu segundo dia de vida.
Tive muito apoio e orientação durante a amamentação de toda essa equipe, o que contribuiu muito para o sucesso dela.
Falar sobre parto domiciliar em somente um post não é fácil, espero ter dado uma breve introdução, abaixo algumas fontes de pesquisa para enriquecermos as conversas, quem se interessar mais no assunto, posso ajudar nas pesquisas.









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